Aurelian Draven é correspondente especial do Arcana News, dedicado ao estudo de conflitos, memória e territórios esquecidos. É focado em segurança internacional, zonas de conflito e dinâmicas do Médio Oriente.
“A diferença entre uma rotina e uma campa é a profundidade.” A rotina cava devagar: um dia igual ao outro, até o horizonte encolher. E um dia damos por nós lá em baixo.
A presidente da comissão de Negócios Estrangeiros aponta falhas de verificação e de circulação de informação no caso Abd el-Fattah. O governo abriu uma investigação.
Zohran Mamdani passou de 1% nas sondagens a presidente da Câmara de Nova Iorque em catorze meses. Como se constrói uma vitória assim — e o que ela expõe sobre a cidade e o tempo político.
O Japão está a cumprir um plano plurianual para aproximar a despesa de defesa dos 2% do PIB, num ambiente regional mais competitivo. A estratégia de 2022 colocou a China como principal desafio e abriu espaço para capacidades de alcance maior, incluindo mísseis “standoff”. A tensão cresce com operações chinesas no Pacífico e com o dossiê Taiwan, sensível para Tóquio pela proximidade geográfica e pela proteção de rotas. A aposta em drones responde também a limitações demográficas e de efetivos.
Um símbolo pode unir — ou capturar. A diferença está em saber se ele é convite ou obrigação. Na maçonaria, a regra ética é simples: o meu símbolo não pode forçar a sua consciência.
Pessoas com asilo e proteção contra tortura deportadas para países onde nunca viveram. Trump contorna lei enviando para terceiros países. Acordos secretos.
Crescem os relatos de filhos adultos que encontram os pais “presentes” mas distraídos pelo telemóvel. A inversão do pânico do tempo de ecrã chegou à reforma.
A Austrália tentou responder ao massacre em Bondi com unidade bipartidária, mas a trégua durou horas. Em poucos dias, o luto transformou-se em confronto político, com acusações, pressão comunitária e um debate sobre coesão social que deixou de ser abstracto.