Kaplan não lê o mundo como promessa, mas como tensão. A entrevista ao Arcana News deixa cinco linhas de força: Taiwan, geografia, Sudeste Asiático, poder americano e declínio imperial.
A inteligência artificial deixou de ser apenas uma indústria de software. Tornou-se uma indústria pesada — que precisa de terreno, energia, semicondutores e política de Estado. A camada decisiva deslocou-se dos modelos para a infraestrutura que os sustenta. Quem a controla, decide.
Trump não explicou, não argumentou, não ameaçou. Interpelou. E a interpelação pressupõe que a resposta já é conhecida. O que o momento do G7 revela sobre o estado actual da ordem internacional.
Um episódio breve sobre a diferença entre falar com alguém e ser realmente ouvido. A partir de uma conversa interrompida pela pressa e pelo telemóvel, o texto olha para a escuta como forma concreta de presença.
A crise cubana de 2026 não nasce de um único acontecimento. A falta de combustível cruza-se com apagões, sanções, queda de divisas, emigração e fragilidade dos serviços públicos. O resultado é uma pressão simultânea sobre a economia, o Estado e a vida quotidiana.
A segunda Presidência de Donald Trump já não se entende apenas por decisões avulsas. Guerra, diplomacia paralela, perdões e negócios familiares apontam para uma personalização crescente do poder. O centro da questão é saber quanto da ordem constitucional norte-americana resiste quando o mandato se aproxima da posse.
Num diálogo entre o narrador, o Arcana News e uma entrevistada, discute-se como “pró-vida” se tornou uma bandeira de uso seletivo nos EUA. E por que razão Leo XIV insiste em alargar a expressão até ela deixar de caber numa só causa.