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Editorial

Diplomacia informal: falar não é ter mandato para negociar

Os contactos privados podem reduzir o risco nuclear. Transformá-los numa negociação exige saber quem fala, com que mandato e quem aceita os compromissos.

Acampadas pela habitação: o Governo deve respostas

Depois das cargas em Lisboa e no Porto, o Governo deve responder pelo uso da força e pelas escolhas que deixam a habitação fora do alcance de tantos cidadãos.

Lula: os parabéns à vitória em que acredito

Uma declaração de apoio a Lula, sustentada nos resultados sociais do Brasil e consciente de uma disputa eleitoral apertada. Os parabéns exprimem uma expectativa.

Preocupações em Espanha: o país ao nosso lado

Habitação, custo de vida, saúde, cheias e confiança nas instituições marcam as preocupações em Espanha. Um editorial sobre o país vizinho e os problemas que partilhamos.

Cada missão militar precisa de limites políticos

Os compromissos americanos no Médio Oriente devem ser avaliados pelos seus objetivos e sujeitos a escrutínio. A Europa deve definir as responsabilidades que está disposta a assumir.

A segurança energética também se mede no consumo

Portugal deve avaliar os investimentos energéticos pela dependência que reduzem e pela proteção que oferecem a famílias e empresas perante novos choques externos.

Corredor humanitário em Oleshky: uma saída por abrir

Moscovo e Kiev reconhecem a catástrofe, mas trocam acusações sobre a ajuda e a saída dos civis. O corredor humanitário em Oleshky continua por abrir.

O maior contorno de Ormuz acaba no Mar Vermelho

A rota alternativa a Ormuz atravessa a Arábia Saudita até Yanbu. Os ataques ao oleoduto e aos petroleiros mostram o risco que permanece no Mar Vermelho.

Nick Bilton no «60 Minutes»: Bari Weiss rompe a tradição

Nick Bilton no «60 Minutes» estreia-se na direção depois de saídas que dividiram a redação e com Bari Weiss diretamente envolvida no programa.

Porque o caos dos Talibãs no Afeganistão não chegou à Europa

Cinco anos depois da queda de Cabul, nenhuma das previsões de contágio regional se confirmou. O Afeganistão não se tornou um vazio exportador de caos porque, pela primeira vez em vinte anos, há um poder com força suficiente para fechar as suas próprias fronteiras.

Leitura Essencial

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