Taiwan tornou-se uma peça militar, tecnológica e económica da rivalidade entre os Estados Unidos e a China. Este dossiê organiza os artigos, documentos, atores e sinais a vigiar.
Taiwan tornou-se uma peça militar, tecnológica e económica da rivalidade entre os Estados Unidos e a China. Este dossiê organiza os artigos, documentos, atores e sinais a vigiar.
A inteligência artificial parece viver nos modelos, nos assistentes e no software. Mas a sua expansão real depende de fábricas, chips, embalagem avançada e cadeias de fornecimento. O investimento da AMD em Taiwan mostra onde se fabrica a próxima fase da computação.
Magnifica Humanitas, a encíclica de Leão XIV sobre inteligência artificial, não é uma condenação da tecnologia. É uma tentativa de recolocar a pessoa humana no centro de sistemas que já mediam trabalho, escola, verdade, guerra, liberdade e poder. Um texto de contexto para perceber por que motivo a IA entrou no coração da Doutrina Social da Igreja.
A encíclica Magnifica Humanitas, de Leão XIV, desloca a inteligência artificial do campo da inovação para o terreno do poder. A questão já não é apenas o que a máquina consegue fazer, mas quem controla os sistemas, quem responde pelas suas decisões e que lugar resta à dignidade humana quando trabalho, verdade, liberdade, guerra e democracia passam a ser mediados por infraestruturas privadas e opacas.
A Rússia intensificou a pressão sobre Kiev com mísseis, drones e ameaças diplomáticas. A escassez de interceção Patriot tornou a defesa aérea ucraniana mais vulnerável. O risco deixou de ser apenas militar: é também europeu.
A encíclica Magnifica Humanitas, de Leão XIV, desloca a inteligência artificial do campo da inovação para o terreno do poder. A questão já não é apenas o que a máquina consegue fazer, mas quem controla os sistemas, quem responde pelas suas decisões e que lugar resta à dignidade humana quando trabalho, verdade, liberdade, guerra e democracia passam a ser mediados por infraestruturas privadas e opacas.
Um ataque destrutivo contra uma tecnológica começou como discussão técnica. Em poucas horas, a conversa foi puxada para uma leitura geopolítica. A crise deixou de ser apenas sobre sistemas e passou a disputar significado público.
Não é força de expressão. Num conflito irregular, sem frente clara e com a autoridade repartida entre o exército, os grupos separatistas, as chefias locais, as redes de vigilância, as comunidades deslocadas e homens armados sem filiação inequívoca, qualquer sinal público ganha peso.
NATO e União Europeia intervêm hoje sobre os mesmos dossiês de defesa. O que era descrito como divisão de funções tornou-se zona de sobreposição com fricção real. Quem enquadra as decisões passa a determinar quem produz e com que dependências.