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Aurelian Draven

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Aurelian Draven é correspondente e analista do Arcana News, onde escreve sobre conflito, segurança internacional e memória estratégica. É autor de mais de cem artigos de análise e inteligência, com atenção particular ao Médio Oriente, às zonas de tensão global e ao impacto de longo prazo das decisões de poder.

O Que Njideka Akunyili Crosby Não Pintou

Njideka Akunyili Crosby cruza memórias da Nigéria e dos Estados Unidos. O artigo recupera a camada portuguesa iniciada em Ughoton, no século XV.

Arábia Saudita e hutis: a segurança falhou em duas frentes

Arábia Saudita e hutis expõem a fragilidade das rotas do petróleo e da proteção americana entre Ormuz, o Mar Vermelho e o Iémen.

Mortalidade em kibutzim: o que revela o estudo israelita

Um estudo com mais de 1,2 milhões de israelitas encontrou um risco de mortalidade muito mais alto nas cidades do que nos kibutzim. Segundo os autores, a diferença não está na religião, mas na coesão comunitária.

Israel ergue memorial aos cristãos árabes nas IDF

No Cruzamento de Golani, a primeira pedra de um memorial aos cristãos árabes nas IDF expõe uma comunidade ainda dividida sobre o alistamento e a pertença a Israel.

Eleições Israel 2026: a petição que expõe a fratura

Onze dias depois de Rosh Hashaná, uma petição para desqualificar um candidato revela a fratura política que atravessa as eleições Israel 2026.

Iémen regressa à guerra e ameaça as rotas do petróleo

Iémen regressa à guerra com a conquista de Mokha e ameaça Bab al-Mandeb, as exportações sauditas e as principais rotas mundiais do petróleo.

Acordos de Abraão: como a garantia americana falhou

Durante 35 anos, a presença americana prometera aos aliados do Golfo duas formas de segurança: impedir ataques contra o seu território e dispensá-los de negociar diretamente com Teerão. Em 2026, as bases não evitaram os ataques. Os países que as acolhiam ficaram expostos às consequências de uma decisão militar que não tinham tomado.

Putin só fala de mísseis quando está a perder

A Rússia fala mais alto do seu arsenal nuclear quando aumenta a pressão militar ou política. Dois anos de ameaças, testes e exercícios revelam um padrão no comportamento do Kremlin.

EUA vão reconstruir as bases no Golfo após a guerra com o Irão. Mas a velha estratégia já não funciona

Ao reconstruir as bases do Bahrein e dos Emirados, Washington terá de decidir que missão lhes atribui. Recuperar a mesma capacidade para procurar restabelecer a primazia anterior manterá os países aliados expostos a decisões que não controlam e a respostas iranianas que as bases já não conseguem impedir.

O que fazem 700 agentes de IA quando se encontram?

Setecentos agentes de IA da OpenAI encontraram forma de comunicar e participaram no ataque à Hugging Face. Três outros incidentes tiveram uma origem diferente: o mesmo erro de configuração num fornecedor de testes.

História

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