Elian Morvane é autor e cronista do Arcana News, escrevendo atualmente na Revista Arcana News, sem deixar de colaborar também em peças noticiosas e em leituras estratégicas de política, economia e sociedade.
Washington aumentou de forma inédita a presença militar nas Caraíbas, elevando a pressão sobre o regime de Nicolás Maduro e abrindo um novo ciclo de tensão na região.
Telefonemas sem rasto, comandos cancelados a dias da cerimónia e comités extintos: a purga silenciosa de mulheres nas forças armadas dos EUA está a ser feita longe dos holofotes. A história de uma capitã da Marinha mostra como a ideologia no topo do Pentágono consegue apagar, em minutos, décadas de carreira.
Durante mais de uma década, a mina tanzaniana da Peak foi apresentada como alternativa “China-free” nas terras raras. Hoje está nas mãos de um gigante de Pequim e expõe o fracasso estratégico do Ocidente.
Guiné-Bissau elege hoje Presidente e parlamento num clima de exclusão da oposição, forte presença das forças de segurança e receios de nova crise política. Umaro Sissoco Embaló procura consolidar o poder, enfrentando a candidatura alternativa de Fernando Dias.
No parlamento, Joaquim Miranda Sarmento admitiu que o Estado não tem instrumentos para impedir os bónus ligados à venda do Novo Banco. A decisão sobre prémios a gestores fica nas mãos da Lone Star, apesar de o banco ter sido reconstruído com dinheiro público.
O Presidente Donald Trump recebeu Mohammed bin Salman com honras raras na Casa Branca e desvalorizou o assassinato de Jamal Khashoggi. Entre promessas de investimento, venda de F-35 e aproximação militar, Washington volta a centrar-se na relação com Riade.
A região de Kaduna volta a ser palco de ataques e raptos em massa. Comunidades inteiras vivem entre medo, pobreza extrema e ausência de proteção estatal. Especialistas alertam: a violência no norte da Nigéria deixou de distinguir religião ou origem — qualquer pessoa pode ser vítima.
As vítimas de Jeffrey Epstein renovam o apelo para que os ficheiros ainda em sigilo sejam divulgados. A decisão cabe agora ao Congresso, num momento de pressão crescente.