O cobre retomou nas últimas semanas um lugar central nas atenções do mercado internacional, impulsionado pela conjugação de três fatores: a expansão rápida da inteligência artificial, o aumento da capacidade militar de vários países e a fragilidade das cadeias de abastecimento tradicionais.
Embora estes sectores estejam a consumir cada vez mais do chamado “ouro vermelho”, analistas alertam que a procura industrial clássica — construção, transporte e infraestruturas — continua a ser responsável pela maior fatia do consumo mundial.
Especialistas financeiros consultados pelo Arcana News referem que a crescente digitalização está a elevar o cobre ao estatuto de matéria-prima estratégica.
Centros de dados, redes elétricas reforçadas, semicondutores e sistemas de defesa exigem volumes elevados de metal refinado, numa tendência que deverá intensificar-se até ao final da década.
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