ANÁLISE · Vaticano · Segurança e Poder Simbólico.
Há turnos em que a Praça de São Pedro parece maior do que é. O silêncio não vem da ausência de pessoas, mas da disciplina do espaço. Um guarda mantém-se imóvel junto a um acesso lateral do Palácio Apostólico. A alabarda está ali por obrigação cerimonial; a pistola, escondida, por obrigação contemporânea. O uniforme não é o de gala — é funcional, escuro, discreto. Nada naquele momento remete para o folclore turístico. O que está em causa não é encenação. É vigilância.
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