O Japão está a cumprir um plano plurianual para aproximar a despesa de defesa dos 2% do PIB, num ambiente regional mais competitivo. A estratégia de 2022 colocou a China como principal desafio e abriu espaço para capacidades de alcance maior, incluindo mísseis “standoff”. A tensão cresce com operações chinesas no Pacífico e com o dossiê Taiwan, sensível para Tóquio pela proximidade geográfica e pela proteção de rotas. A aposta em drones responde também a limitações demográficas e de efetivos.
Papua Ocidental vive há décadas num conflito silencioso marcado por militarização, deslocações forçadas e silêncio diplomático. A geografia, os recursos naturais e a história pós-colonial explicam porque esta guerra permanece fora do mapa.