Durante anos, Washington avisou a presidência mexicana de que a embaixada russa em Cidade do México se tornara um dos maiores centros de espionagem de Moscovo no mundo. Houve listas, dossiês e promessas de cooperação. Mas quase ninguém foi expulso. O resultado: o México converteu-se no ponto cego mais sensível da segurança norte-americana.
A “semana anticomunista” é só o início. Trump transforma símbolos em política e o medo em método. Em 2026-2027, os EUA podem parecer prósperos nos números, mas mais pobres na ética: lealdade acima da verdade, espetáculo acima do debate.