Aurelian Draven é correspondente especial do Arcana News, dedicado ao estudo de conflitos, memória e territórios esquecidos. É focado em segurança internacional, zonas de conflito e dinâmicas do Médio Oriente.
A beleza deixou de ser escolha e tornou-se requisito. O espelho já não reflete: comanda, vigia e cobra. E quem cresce dentro deste regime aprende cedo que existir não basta — é preciso parecer “aceitável”.
Um operário têxtil de 27 anos morreu às mãos de uma multidão, nos arredores de Dhaka, depois de ter sido acusado de insultar o profeta Maomé durante uma discussão na fábrica. A polícia diz não conseguir confirmar o que foi dito e deteve 12 suspeitos.
Leitores do Arcana News partilham as melhores prendas que ofereceram sem gastar dinheiro. Tempo, atenção e presença: o que mais custa dar não se compra.
Pequim anuncia uma viragem histórica: o consumo doméstico passa para o centro da política económica. Mas a crise imobiliária, a dívida dos governos locais e o controlo do Partido limitam o alcance real deste novo rumo.
Rússia e China identificaram uma vulnerabilidade no segundo mandato de Trump: a sua necessidade compulsiva de fechar acordos a curto prazo. Moscovo molda plano de paz na Ucrânia que garante território e bloqueia NATO. Pequim pressiona para Washington abandonar Taiwan. Aliados europeus e asiáticos assistem alarmados enquanto ordem de segurança liderada pelos EUA se desfaz.
Aurelian Draven explica porque uma invasão chinesa de Taiwan seria um pesadelo operacional: estreito hostil, ilha fortificada, cidades-labirinto e risco de choque direto entre grandes potências.
A cerimónia grotesca em que a FIFA entregou um prémio de paz inventado a Donald Trump não é apenas má comédia institucional. É sintoma de uma deriva perigosa: organizações desportivas que trocaram independência por acesso a poder e dinheiro.
A nova estratégia de segurança de Trump trata a União Europeia como problema e não como parceira. Para a Europa, a questão é simples e brutal: continuar dependente de Washington ou construir, finalmente, a sua própria voz estratégica.
Da promessa soviética de igualdade à nova elite de esposas-troféu, a Rússia transformou o corpo feminino em vitrine de poder e almofada social de um regime autoritário.