Candidaturas abertas até 5 de dezembro para as 77 entidades da RPAC.
A Direção-Geral das Artes (DGARTES) abriu esta quinta-feira, 23 de outubro, o segundo concurso limitado destinado à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC). O novo programa, com uma dotação global de dois milhões de euros, pretende reforçar a criação e circulação de projetos artísticos em todo o país.
Podem concorrer as 77 entidades que integram a rede e que reúnam as condições de elegibilidade previstas. O apoio destina-se a projetos nas áreas da arquitetura, artes plásticas, design, fotografia, novos media e cruzamentos disciplinares, promovendo igualmente ações de mediação e edição ligadas às artes visuais.
De acordo com a DGARTES, este concurso dá continuidade à política de dinamização de redes culturais estruturantes, consolidando as bases públicas de apoio à arte contemporânea e contribuindo para a descentralização cultural. O objetivo é favorecer a cooperação entre instituições e incentivar a circulação de exposições, residências artísticas e programas de mediação com impacto territorial.
Os projetos apresentados deverão ser desenvolvidos em parceria por, no mínimo, três entidades da RPAC, podendo ainda incluir colaborações com instituições públicas ou privadas, nacionais ou regionais. As candidaturas devem ser submetidas até 5 de dezembro de 2025, sendo elegíveis atividades a realizar entre 1 de abril de 2026 e 31 de março de 2028.
A DGARTES sublinha que o programa procura aproximar criadores e públicos, ampliando o papel das artes visuais na vida das comunidades e reforçando a presença da Coleção de Arte Contemporânea do Estado nas dinâmicas locais e nacionais.


