A Austrália tentou responder ao massacre em Bondi com unidade bipartidária, mas a trégua durou horas. Em poucos dias, o luto transformou-se em confronto político, com acusações, pressão comunitária e um debate sobre coesão social que deixou de ser abstracto.
O Pentágono descreve uma China que testa opções para Taiwan, acelera a marinha e expande poder para lá do continente. Washington responde com armas, diplomacia e uma ambiguidade cada vez mais difícil de sustentar.
Um operário têxtil de 27 anos morreu às mãos de uma multidão, nos arredores de Dhaka, depois de ter sido acusado de insultar o profeta Maomé durante uma discussão na fábrica. A polícia diz não conseguir confirmar o que foi dito e deteve 12 suspeitos.
Um registo do FBI, incluído num novo lote de documentos do caso Epstein, descreve uma alegação não verificada envolvendo Donald Trump. O Departamento de Justiça rejeita a credibilidade da acusação e sublinha que a divulgação não valida o seu conteúdo.
O porta-voz de Bill Clinton pede ao Departamento de Justiça a divulgação de qualquer material ainda não publicado que envolva o ex-presidente nos ficheiros Epstein.
Democratas e republicanos admitem sanções contra responsáveis do Departamento de Justiça após o incumprimento do prazo legal para divulgar todos os documentos relacionados com Jeffrey Epstein, intensificando o confronto institucional em Washington.
Witkoff diz que as conversações na Flórida reforçam o compromisso de Kiev com uma paz “justa e sustentável”. Zelensky admite utilidade do diálogo, mas insiste: o fim da guerra depende de Moscovo.
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA alerta que a vaga de deportações está a criar “um clima de medo” nas comunidades migrantes; Papa Leão XIV pede dignidade e prudência.
O Departamento de Justiça dos EUA não divulgou, no prazo previsto na nova lei, a totalidade dos ficheiros Epstein não classificados. O DOJ promete libertações faseadas nas próximas semanas, alegando a necessidade de proteger vítimas e testemunhas. Democratas e alguns republicanos defendem que o atraso configura violação da lei.