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Venezuela

O Método Trump

Não é mudança de regime. É um método. Aplicado em simultâneo no Irão, na Venezuela e em Cuba — com três instrumentos diferentes e a mesma lógica: não se remove o regime, reconstrói-se a sua geometria de incentivos até que se comporte como se fosse outro. E o precedente que isso estabelece para o resto do mundo é mais consequente do que o conflito iraniano.

Venezuela e a ilusão da decapitação

A extração de Maduro muda o rosto, não o Estado. Em colapsos prolongados, remover o topo não produz transição: abre concorrência por força e rendimentos. Com a economia esmagada, a indústria petrolífera degradada e redes armadas a lucrar com a fragmentação, o cenário mais provável é colapso estabilizado — e a região paga o custo.

A guerra com etiqueta de detenção

A narrativa de uma operação para capturar Maduro e “gerir” a Venezuela mistura processo penal, uso da força e mudança de regime. A questão não é Maduro. É o precedente: autodefesa contra drogas, disputa de imunidades e desprezo por limites internos. Quando a guerra recebe etiqueta de detenção, a excepção tende a transformar-se em método.

Trump ressuscita a lei de 1798 contra a Venezuela

Trump declarou o Tren de Aragua “organização terrorista estrangeira” e usou essa designação para invocar a Lei dos Inimigos Estrangeiros de 1798 — um instrumento aplicado, historicamente, em contexto de guerra. A decisão abre uma nova fase de escalada e levanta dúvidas sobre o “dia seguinte” na Venezuela, com ou sem Maduro.

EUA reativam operações secretas da CIA na América Latina sob Trump

EUA reativam operações secretas da CIA na América Latina sob a presidência de Donald Trump Washington, 25 de outubro de 2025 — Arcana News A nova...

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