A administração norte-americana voltou a intervir diplomaticamente no Sudeste Asiático, pedindo à Tailândia que reafirme o compromisso com o cessar-fogo assinado com o Camboja e alertando que as negociações comerciais bilaterais poderão sofrer atrasos se o entendimento começar a desfazer-se.
EUA pressionam Tailândia a manter cessar-fogo com o Camboja, após novo pico de tensão na fronteira.
O alerta surgiu depois de Banguecoque ter anunciado a suspensão temporária do acordo, alegando que tropas cambojanas colocaram novos engenhos explosivos ao longo da fronteira. Um desses engenhos terá ferido gravemente um militar tailandês em patrulha, levando à escalada verbal entre os dois governos.
Desde então, registaram-se vários confrontos esporádicos, incluindo tiroteios que fizeram um morto e vários feridos. Analistas da região temem que se repita o ciclo de retaliações que marcou o verão passado, quando as forças dos dois países protagonizaram o episódio mais grave em dez anos.
Na sexta-feira à noite, o Ministério dos Negócios Estrangeiros tailandês confirmou ter recebido uma comunicação do Office of the US Trade Representative, dando conta da suspensão técnica das conversações sobre tarifas. De acordo com Banguecoque, Washington indica que o diálogo poderá ser retomado assim que a Tailândia “reitere formalmente” o compromisso com a declaração conjunta de paz.
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