Há palavras que, quando entram num campo de batalha, deixam de ser metáforas. “Bandeira”, por exemplo, não é pano, nem símbolo, nem decoração. É direção. É ponto de encontro. É limite. É ordem em movimento.
A Bandeira Não Corre.
Para um cavaleiro medieval, perder o cavalo era uma desgraça; perder a coesão era o desastre. E há um tipo de texto que não costuma aparecer nas narrativas épicas, mas que conta a verdade com uma frieza quase moderna: o texto que diz ao homem o que pode fazer quando o instinto lhe pede exatamente o contrário.
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