Onze mulheres que foram vítimas de Jeffrey Epstein voltaram a expor o passado num novo vídeo divulgado pela organização World Without Exploitation. Cada uma segura uma fotografia de si própria na idade em que conheceu o abusador — algumas com catorze, outras com dezasseis ou dezassete anos. A mensagem final apela ao Congresso: é hora de revelar integralmente os documentos que permanecem fechados.
Epstein: vítimas renovam pressão pública enquanto o Congresso decide o futuro dos ficheiros.
A iniciativa surge numa semana em que a Câmara dos Representantes publicou mais de vinte mil páginas de material obtido ao abrigo de intimações dirigidas ao espólio de Epstein. O próximo passo será votar um projeto de lei que pretende obrigar o Departamento de Justiça a libertar o que ainda está em sigilo. O processo, contudo, está longe de garantido: o texto pode travar no Senado ou cair perante um eventual veto presidencial.
Donald Trump oscilou novamente na sua posição. Durante meses, resistiu à divulgação dos ficheiros; no fim de semana, afirmou no Truth Social que os republicanos deveriam votar a favor da publicação porque “não há nada a esconder”. A declaração contrasta com o desconforto crescente em torno das referências ao seu nome na nova documentação tornada pública.
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