Este dossiê organiza as principais questões sobre a sucessão de Vladimir Putin, as estruturas que poderão sobreviver-lhe e a resposta europeia. Reúne análises sobre o futuro político russo, as garantias à Ucrânia, os ativos congelados e os planos económicos para o pós-guerra.
Donald Trump anunciou a proibição «imediata» de acesso da CNN, da MS NOW e da Politico à Casa Branca, acusando os três órgãos de cobertura desonesta. Horas depois, os jornalistas continuavam nos terrenos, sem sinais de que a medida estivesse a ser aplicada.
O acordo de segurança da Gronelândia dá aos Estados Unidos controlo militar permanente sobre a ilha, mas Dinamarca e Gronelândia só confirmam a assinatura formal para a próxima semana, na Assembleia Geral da ONU.
O avanço houthi no Mar Vermelho já está a mexer no preço do petróleo. Enquanto Riade perde terreno no Iémen, é a China quem gere a escassez a seu favor, com as suas reservas estratégicas, e o custo começa já a chegar à Europa.
O embargo aos chips limita o hardware avançado, mas os modelos chineses aproximam-se dos líderes dos EUA e expõem os limites da estratégia de Washington.
A Estratégia Nacional de Defesa dos EUA põe o hemisfério ocidental em primeiro lugar, mas as tropas, bases e orçamento ainda não acompanharam a mudança.
Durante vários anos, Washington pareceu ter encontrado uma posição comum sobre a China: era necessário endurecer. Essa convergência atravessou as administrações Trump e Biden, mas escondia uma divergência sobre o objetivo final. À medida que os limites dos controlos tecnológicos, os custos da guerra tarifária e a dependência de cadeias dominadas pela China se tornaram mais visíveis, a antiga convergência começou a perder consistência.
Scott Bessent exigiu que cada sucursal do Bank Melli fosse «encerrada e apagada» do sistema do dólar. Mas evitou dizer o que fará à China, que compra a maior parte do petróleo iraniano e mantém aberta a principal fonte de receita que Washington promete cortar.
O Pentágono confirmou o corte no exercício com a Coreia do Sul citando custos e a relação de Trump com Kim Jong-un. Mas o arsenal de precisão dos EUA está mais fino do que há seis meses, e a China já aproveitou a abertura para chegar a Seul.