ANÁLISE · Mundo · China/Taiwan · Segurança e Defesa.
Há uma cena que se repete, com variações mínimas, em quase todas as democracias quando o risco entra pela porta principal: uma sala de audições, um microfone, um conjunto de frases que não foram escritas para durar mais do que alguns minutos — e que, ainda assim, acabam por durar anos.
Em 2021, o almirante norte-americano Philip Davidson, então comandante do Indo-Pacific Command, foi ao Senado, ao Comité de Serviços Armados, e disse duas coisas que mudaram a textura do debate em Washington. A primeira foi uma afirmação seca: Pequim tinha um objetivo sério de controlar Taiwan antes de 2027. A segunda foi um aviso com medida: a ameaça poderia manifestar-se “durante esta década”, “nos próximos seis anos”.
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