ANÁLISE · Mundo · Estados Unidos · Poder e Imagem.
O filme abre antes de haver discurso. Há corredores, superfícies polidas, passos medidos, música a ocupar o silêncio.
O poder aparece não como decisão, mas como circulação. Quem entra e sai. Quem é seguido. Quem é protegido.
O espectador não é convidado a compreender; é convidado a acompanhar. É assim que o documentário centrado em Melania Trump estabelece o seu terreno: não o da política enquanto conflito, mas o da política enquanto encenação contínua.
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