Longe o suficiente da frente para haver uma taberna aberta e uma noite de distração, os homens respiram como quem sobe à superfície. Apenas ganharam algumas horas em que o corpo percebe o que lhe aconteceu. É aí que a guerra muda de forma: deixa de ser só fogo e passa a ser organização — quem guarda, quem escolhe, quem identifica, quem expõe. Um rosto sem nome comove, mas também fica vulnerável. E a memória, quando não é assumida como dever público, passa a obedecer a outra lei: a de quem tem meios para a conservar.
Aurelian Draven explica porque uma invasão chinesa de Taiwan seria um pesadelo operacional: estreito hostil, ilha fortificada, cidades-labirinto e risco de choque direto entre grandes potências.
Dezessete sul-africanos enviados para a guerra na Ucrânia sob falsas promessas expuseram uma rede de recrutamento ligada ao círculo de Jacob Zuma e ao Kremlin. A investigação criminal já está em curso e o caso ameaça reconfigurar o equilíbrio político na África do Sul.
Uma jovem observa o telemóvel junto a uma parede de São Petersburgo. A solidão moderna reflete a melancolia de uma cidade que atravessa séculos de mudança.