Há líderes que chegam ao poder prometendo ruptura. Outros entram prometendo ordem. Leo ( em Latim) XIV parece ter escolhido um caminho menos confuso e sereno: o da unificação num mundo que recompensa precisamente o oposto. Num ecossistema político e mediático moldado pela polarização, esta opção não é neutra. É um risco estratégico.
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA alerta que a vaga de deportações está a criar “um clima de medo” nas comunidades migrantes; Papa Leão XIV pede dignidade e prudência.
A segunda parte desta investigação revela como bigamias, casamentos clandestinos e estratégias familiares desafiaram a disciplina tridentina na Galícia rural do século XVI.
A Igreja Católica portuguesa promete compensar as vítimas de abusos, mas o pagamento só deverá acontecer em 2026. Entre promessas e prazos, o tempo continua a ser o maior inimigo da justiça.