Há palavras que, quando entram num campo de batalha, deixam de ser metáforas. “Bandeira”, por exemplo, não é pano, nem símbolo, nem decoração. É direção. É ponto de encontro. É limite. É ordem em movimento.
Lisboa atravessou, em outubro de 1921, uma noite de perseguições e execuções que revelou a fragilidade da Primeira República. O que aconteceu — e o que nos diz hoje.