A beleza deixou de ser escolha e tornou-se requisito. O espelho já não reflete: comanda, vigia e cobra. E quem cresce dentro deste regime aprende cedo que existir não basta — é preciso parecer “aceitável”.
A partir das dinastias Tang e Song, e depois com mais força sob os Yuan e os primeiros Ming, a chamada “Rota Marítima da Seda” transforma o mapa. Portos como Guangzhou e, mais tarde, Quanzhou tornam-se nós globais onde se cruzam mercadores árabes, persas, indianos, judeus e chineses.
Na China urbana, cães e gatos já não são só companhia: são família. Quando morrem, muitos donos recorrem a rituais budistas e taoistas, apps como o Xiaohongshu e templos que começam a aceitar cinzas e altares para animais. A religião está a ser obrigada a responder a uma pergunta simples e difícil: também há céu para os bichos?
Trump tem medo de um mundo que já não controla e transforma essa insegurança em política de Estado. Em vez de liderar, vende ao eleitorado a fantasia de fechar portas, rasgar acordos e culpar aliados, encolhendo a América e abrindo espaço a regimes autoritários.
A Arquidiocese Católica de Nova Iorque aceita pela primeira vez negociar formalmente com vítimas de abuso sexual, oferecendo pelo menos 300 milhões de dólares. A proposta surge após 1.700 acusações e venda de património, incluindo a sede histórica em Manhattan por 100 milhões. Outras seis dioceses do estado já declararam falência.
Dois homens armados levaram treze gravuras de Matisse e Portinari da Biblioteca Municipal Mário de Andrade em São Paulo. O assalto em plena luz do dia revela não apenas falhas de segurança, mas uma questão mais profunda sobre como o Brasil protege o seu património artístico em espaços públicos de acesso livre.
Da casa de Santa Monica ao Guggenheim de Bilbao, Frank Gehry transformou edifícios em acontecimentos. Mas o que fazemos nós, cidadãos, com essa liberdade que ele abriu?
Encerrado desde janeiro de 2023 para obras, o Teatro Nacional D. Maria II reabre oficialmente a 18 de setembro de 2026, com programação prévia a partir de junho.
Um cartoon europeu sintetiza uma preocupação crescente: a influência da extrema-direita sobre adolescentes e jovens adultos num ambiente digital altamente manipulável. A imagem coloca a educação e a cultura no centro da batalha contra o radicalismo.