A nova estratégia de segurança de Trump trata a União Europeia como problema e não como parceira. Para a Europa, a questão é simples e brutal: continuar dependente de Washington ou construir, finalmente, a sua própria voz estratégica.
Donald Trump publicou um documento de 33 páginas que marca uma viragem na forma como Washington se posiciona no mundo. Oito anos depois de ter reconhecido formalmente a competição entre grandes potências, a nova estratégia nacional retira os Estados Unidos dessa corrida — privilegiando o hemisfério ocidental e tratando o comércio como ameaça equivalente à capacidade militar chinesa.
Um documento citado pela Der Spiegel revela avisos diretos a Zelensky e receios de que os EUA possam aceitar concessões à Rússia sem garantias de segurança.
Um cartoon europeu sintetiza uma preocupação crescente: a influência da extrema-direita sobre adolescentes e jovens adultos num ambiente digital altamente manipulável. A imagem coloca a educação e a cultura no centro da batalha contra o radicalismo.
A Alemanha está a reconstruir, em silêncio, o papel de plataforma logística da NATO em caso de guerra com a Rússia, num regresso assumido à lógica estratégica da Guerra Fria.
A proposta alemã de reintroduzir o serviço militar obrigatório reacende um debate histórico sobre identidade, segurança e papel internacional da Europa. Jovens mostram forte rejeição, enquanto o governo argumenta que a Bundeswehr precisa de reforço num cenário geopolítico instável.
A Dinamarca é apresentada como exemplo europeu, mas o endurecimento migratório revela limites éticos e políticos. Portugal corre o risco de importar a pior parte do modelo.
A descoberta de falhas em autocarros elétricos chineses levou vários países europeus a investigar riscos cibernéticos em veículos e equipamentos de origem chinesa.