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Europa

A IA ainda não tira empregos. Mas já muda quem entra

Os dados mais recentes não registam uma vaga de despedimentos associada à IA. Nas profissões mais expostas, os jovens entram menos e os trabalhadores experientes mantêm-se. Fica por responder onde vão aprender os que ainda não entraram.

O Que Njideka Akunyili Crosby Não Pintou

Njideka Akunyili Crosby cruza memórias da Nigéria e dos Estados Unidos. O artigo recupera a camada portuguesa iniciada em Ughoton, no século XV.

Dossiê | Depois de Putin: Rússia e nova ordem europeia

Este dossiê organiza as principais questões sobre a sucessão de Vladimir Putin, as estruturas que poderão sobreviver-lhe e a resposta europeia. Reúne análises sobre o futuro político russo, as garantias à Ucrânia, os ativos congelados e os planos económicos para o pós-guerra.

Acordo de segurança EUA-Gronelândia-Dinamarca

O acordo de segurança da Gronelândia dá aos Estados Unidos controlo militar permanente sobre a ilha, mas Dinamarca e Gronelândia só confirmam a assinatura formal para a próxima semana, na Assembleia Geral da ONU.

Houthis e o preço do petróleo: a nova crise no Mar Vermelho

O avanço houthi no Mar Vermelho já está a mexer no preço do petróleo. Enquanto Riade perde terreno no Iémen, é a China quem gere a escassez a seu favor, com as suas reservas estratégicas, e o custo começa já a chegar à Europa.

A revisão europeia do Pentágono põe à prova a NATO

A Europe Posture Review pode reduzir a presença militar dos EUA na Europa de 80 mil para 40 mil, mas a decisão depende do Congresso e de uma resposta europeia ainda por dar.

Meta de 5% da NATO divide a defesa europeia

A meta de 5% da NATO revela três respostas europeias: cortes sociais em Berlim, contabilidade em Roma e recusa em Madrid.

Colonatos na Cisjordânia: dez anos depois

A expansão dos colonatos na Cisjordânia acelerou desde 2023, acompanhada por milhares de ataques e deslocações documentadas pela ONU. O mapeamento de Frank Lowenstein aponta para apenas 8% de controlo palestiniano efetivo.

Washington promete sair da Europa. A lei americana não deixa

Oito anos de ameaças de rutura resultaram num efetivo americano na Europa praticamente igual ao do ponto de partida. Não é falta de vontade presidencial: é um desalinhamento estrutural entre a retórica, a ação e o travão legislativo que a Europa já aprendeu a esperar.

Porque o caos dos Talibãs no Afeganistão não chegou à Europa

Cinco anos depois da queda de Cabul, nenhuma das previsões de contágio regional se confirmou. O Afeganistão não se tornou um vazio exportador de caos porque, pela primeira vez em vinte anos, há um poder com força suficiente para fechar as suas próprias fronteiras.

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