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NATO

Noruega e a guerra invisível da comunicação militar

No espaço de poucos anos, o Ártico e o Atlântico Norte passaram de periferia geopolítica a uma das zonas mais sensíveis da segurança euro-atlântica. A nomeação do brigadeiro Christian Øverli como chefe de comunicações das Forças Armadas norueguesas revela uma transformação silenciosa: a guerra contemporânea já não se trava apenas com navios, aviões ou brigadas. Trava-se também no domínio da perceção pública, da narrativa estratégica e da gestão da informação num espaço cada vez mais militarizado.

A Europa paga uma guerra que não controla

Entre fábricas, contratos e prazos de entrega, a Europa está a construir capacidade que faltou no início da guerra. Esta análise mostra o que está a ser produzido, quando ficará operacional e porque esse calendário já não serve o conflito atual.

Suwałki: o corredor que a NATO pode não conseguir defender

Suwalki não é apenas um ponto no mapa: é o estreito terrestre que liga os Estados Bálticos ao resto da NATO. Entre Kaliningrado e a Bielorrússia, cada quilómetro concentra riscos que moldam a dissuasão no flanco oriental.

A aliança que funciona e já não existe

Os líderes europeus aplaudiram Marco Rubio, tranquilizaram-se mutuamente e regressaram às capitais com uma certeza que nenhum formulou em público: o quadro que organizou a segurança ocidental desde 1949 deixou de ser percebido como garantido. Não foi declarado morto. Foi substituído por algo sem nome ainda.

O espião que não era: um oportunista e a NATO

Um cidadão sem treino de espionagem roubou dispositivos de serviço a um militar NATO num hotel de Lisboa e foi, fisicamente, à embaixada russa tentar vendê-los. A tentativa falhou por incompetência do autor, não por eficácia do sistema. Essa distinção é o centro de tudo — e a pergunta que o caso deixa em aberto é o que teria acontecido com alguém mais capaz.

A NATO enfrenta um risco vindo de dentro

A ordem transatlântica sempre assentou numa premissa silenciosa: o risco vinha de fora. Essa certeza começou a desfazer-se quando o centro da aliança se tornou variável. Este texto analisa como a Europa está a aprender a agir num sistema em que a previsibilidade desapareceu, a coerção regressou como linguagem política e a NATO entrou numa fase de adaptação interna que pode redefinir o equilíbrio entre aliados.

Gronelândia: a ameaça que pode partir a NATO

A Gronelândia pertence à Dinamarca desde 1814 e ganhou autonomia reforçada em 2009. Mas a insistência de Trump em “querê-la” para os EUA — sem afastar a hipótese de força — transformou um território remoto num teste à própria NATO. Macron fala em solidariedade com a Dinamarca. Frederiksen avisa: um ataque seria o fim da aliança. O problema já não é gelo: é confiança.

Balões vindos da Bielorrússia obrigam à suspensão temporária de voos na Lituânia

Balões lançados da Bielorrússia obrigam à suspensão de voos na Lituânia Vilnius, 24 de outubro de 2025 — Arcana NewsO tráfego aéreo foi temporariamente suspenso...

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