Há documentos que não envelhecem porque nunca fecharam. Não são tratados provisórios, nem acordos de ocasião. São textos que ficam em suspenso, à espera de que o mundo volte a precisar deles.
O acordo de defesa entre a Dinamarca e os Estados Unidos sobre a Gronelândia é um desses casos. Não porque tenha sido visionário, mas porque foi deliberadamente aberto.
Quando hoje se discute a insistência de Donald Trump em “adquirir” a ilha, o erro mais comum é tratá-la como excentricidade contemporânea. A história mostra outra coisa: a obsessão não é nova, o tom é que é. O que mudou não foi a lógica estratégica, mas a forma de a expor.
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