Reportagens, entrevistas e crónicas sobre pessoas, ideias e tendências que marcam o nosso tempo. Um olhar humano e curioso sobre o mundo da cultura, da sociedade e do estilo.
O porta-voz de Bill Clinton pede ao Departamento de Justiça a divulgação de qualquer material ainda não publicado que envolva o ex-presidente nos ficheiros Epstein.
Entrevista de Susie Wiles à Vanity Fair revela um erro antigo: na política de topo, não há conversas privadas com jornalistas. Só citações ainda não publicadas.
Fernando passou trinta e sete anos num balcão bancário em Lisboa. Hoje trabalha à noite como vigilante num armazém. A pensão não chega. O corpo já não aguenta. Mas a alternativa, diz ele, é "ficar a olhar para as contas sem conseguir fechá-las". Entrevista do ciclo Vidas Invisíveis.
Há momentos em que os líderes são chamados a estar à altura das circunstâncias. E há momentos em que desistem antes da luta começar. A nova estratégia de segurança nacional de Trump pertence à segunda categoria. Num documento que será lido com atenção em Pequim e Moscovo, Washington anuncia que já não quer liderar — quando a ameaça coordenada entre quatro potências autoritárias exige exatamente o contrário.
A nova estratégia de segurança de Trump trata a União Europeia como problema e não como parceira. Para a Europa, a questão é simples e brutal: continuar dependente de Washington ou construir, finalmente, a sua própria voz estratégica.
Delegações dos EUA e da Ucrânia voltam hoje a reunir-se em Miami, após contactos de Steve Witkoff e Jared Kushner com Putin, para tentar definir garantias de segurança e um possível quadro de paz.
Pam Bondi agradece publicamente a Trump por ordem de investigação. O Departamento de Justiça dos EUA deixou de fingir independência e tornou-se instrumento presidencial.
Um reformado da polícia passou 37 dias na prisão por partilhar um meme no Facebook. A acusação foi retirada e o caso levanta questões sobre abusos na aplicação da lei.
Papua Ocidental vive há décadas num conflito silencioso marcado por militarização, deslocações forçadas e silêncio diplomático. A geografia, os recursos naturais e a história pós-colonial explicam porque esta guerra permanece fora do mapa.