A America First Global Health Strategy introduziu uma nova lógica na ajuda sanitária americana a África: em contrapartida do financiamento americano, os países cedem o acesso direto aos seus sistemas nacionais de dados de saúde. Vários governos assinaram; outros recusaram. Os tribunais de pelo menos dois países já foram chamados a decidir.
A Rússia não tem soldados suficientes para combater na Ucrânia sem ajuda externa. A ajuda que procura não é a de aliados: é a de cidadãos africanos recrutados por engano, transportados com vistos falsos e enviados para a linha de frente sem possibilidade de saída. O modelo é antigo. A escala é nova.