O encontro entre Xi Jinping e Donald Trump, em Busan, terminou com novas concessões dos Estados Unidos à China. Pequim garantiu a redução de tarifas, a suspensão de taxas portuárias e o adiamento das restrições tecnológicas. Ambos os líderes anunciaram a extensão da trégua comercial e prometeram visitas recíprocas em 2026.
Após a entrada em vigor do cessar-fogo, o exército israelita recuou para uma zona de segurança que divide Gaza quase a meio. A população teme que esta “linha amarela”, apresentada como provisória, se transforme numa nova fronteira e consolide o isolamento do território palestiniano.
A instabilidade no nordeste da Síria revela um sistema prisional fragmentado, campos sobrelotados e uma radicalização que renasce entre silêncio e abandono. Em Al Sina, Al Hol e Al Roj, a crise prolonga-se sem solução internacional, alimentando um risco que o mundo insiste em não enfrentar. Aurelian Draven assina esta análise.
Donald Trump anunciou um acordo entre Israel e o Hamas que marca a “primeira fase de um plano de paz para Gaza”. O entendimento inclui um cessar-fogo, a libertação de reféns e a retirada gradual das tropas israelitas. Mediadores do Qatar e da Turquia confirmaram o avanço das negociações.
A comunidade internacional reagiu com cauteloso otimismo. A União Europeia saudou o anúncio "como uma oportunidade que não deve ser desperdiçada", enquanto a ONU apelou a "todas as partes para que demonstrem contenção e implementem as medidas acordadas com rapidez e boa-fé".