Líderes chineses concluíram na quinta-feira a Conferência Central de Trabalho Económico com a promessa de apoio ao consumo e rendimento das famílias. As Autoridades reconhecem queda no investimento e comprometem-se a usar mais estímulo fiscal enquanto mantêm controlo apertado sobre endividamento local.
Trump tem medo de um mundo que já não controla e transforma essa insegurança em política de Estado. Em vez de liderar, vende ao eleitorado a fantasia de fechar portas, rasgar acordos e culpar aliados, encolhendo a América e abrindo espaço a regimes autoritários.
Há momentos em que os líderes são chamados a estar à altura das circunstâncias. E há momentos em que desistem antes da luta começar. A nova estratégia de segurança nacional de Trump pertence à segunda categoria. Num documento que será lido com atenção em Pequim e Moscovo, Washington anuncia que já não quer liderar — quando a ameaça coordenada entre quatro potências autoritárias exige exatamente o contrário.
Uma operação clandestina ucraniana levou mais de uma centena de drones ao coração da Rússia e atingiu dezenas de bombardeiros em quatro bases. A missão, preparada em silêncio ao longo de 18 meses, contou com casas pré-fabricadas, camiões civis e um casal aparentemente banal.
A Moore Threads levantou mais de mil milhões de dólares numa estreia em bolsa onde as ações subiram 425% no primeiro dia. Pequim tenta construir uma indústria doméstica de semicondutores para inteligência artificial independente da tecnologia americana, enquanto Washington multiplica restrições de exportação.
Delegações dos EUA e da Ucrânia voltam hoje a reunir-se em Miami, após contactos de Steve Witkoff e Jared Kushner com Putin, para tentar definir garantias de segurança e um possível quadro de paz.
Da promessa soviética de igualdade à nova elite de esposas-troféu, a Rússia transformou o corpo feminino em vitrine de poder e almofada social de um regime autoritário.
Bundestag aprovou por margem mínima a reforma das pensões, num voto que expôs a fragilidade da coligação liderada por Friedrich Merz e aprofundou o debate sobre justiça entre gerações na maior economia europeia.
Vice-presidente dos EUA garante que o casamento com Usha Vance “não está em causa” e minimiza a polémica gerada por fotografias em que a segunda-dama surge sem aliança.