Sem a Marinha dos Estados Unidos, a defesa do Atlântico Norte dependeria de uma força liderada pelo Reino Unido, pela Noruega e pela França. Os aliados poderiam vigiar as saídas do Ártico e proteger setores prioritários, mas teriam menos meios para sustentar várias operações ao mesmo tempo?
A Europa possui satélites militares avançados, centros de análise e meios coletivos de vigilância. A vulnerabilidade surge quando dados controlados por vários Estados têm de ser combinados e enviados ao comando antes de perderem valor operacional.
A Europa conservaria exércitos, marinhas, aviação e duas forças nucleares sem os Estados Unidos. O problema seria substituir o comando, a inteligência, a logística e a garantia política que hoje transformam forças nacionais numa defesa coletiva.
Espanha, Irlanda, Países Baixos e Eslovénia anunciaram que não participarão na Eurovisão 2026, em protesto contra a continuidade de Israel no concurso. As emissoras públicas citam a crise humanitária em Gaza e acusam a EBU de ignorar preocupações éticas e políticas.