A inteligência artificial pode escrever, resumir e organizar a informação. Mas o jornalismo continua a depender de uma pergunta anterior: quem encontra a história?
Fernando passou trinta e sete anos num balcão bancário em Lisboa. Hoje trabalha à noite como vigilante num armazém. A pensão não chega. O corpo já não aguenta. Mas a alternativa, diz ele, é "ficar a olhar para as contas sem conseguir fechá-las". Entrevista do ciclo Vidas Invisíveis.