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CATEGORIA

GEOPOLÍTICA E PODER

O Corredor dos Cinquenta e Quatro Quilómetros | Estreito de Hormuz

Entre a Península Arábica e o Irão existe um corredor marítimo de apenas 54 quilómetros. Por ele passa cerca de um quinto do petróleo mundial. Na guerra atual, esse estreito tornou-se o ponto onde um país militarmente mais fraco pode transformar risco global em poder estratégico.

A Guerra da Ucrânia — Estrutura do Conflito, Incentivos Sistémicos e Posições Possíveis da China

No quinto ano de guerra, o conflito ucraniano é sustentado por um conjunto de incentivos estruturais que tornam a resolução improvável no curto prazo. A China ocupa neste sistema uma posição analiticamente ambígua: o seu comportamento observável é consistente tanto com uma estratégia deliberada de neutralidade instrumental como com gestão prudente de risco ou adaptação incremental. A evidência disponível não permite discriminar com segurança entre estas hipóteses.

A Guarda que é o regime: por que bombardear o Irão não muda o Irão

A IRGC controla mísseis, programa nuclear, milícias regionais e até metade da economia iraniana. Washington aposta que a pressão militar quebrará a Guarda ou a virará contra o regime. A história da organização — fundada para sobreviver exatamente a este tipo de pressão — sugere o contrário.

Sete Dias que Mudaram a Guerra

Uma semana após o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, a campanha militar já alterou o equilíbrio do Médio Oriente, mas continua sem produzir uma solução política.

A Guerra que o Irão Não Pode Ganhar — Análise Estratégica | Arcana News

Oito dias de guerra, dois mil ataques, um líder supremo assassinado e o Estreito de Ormuz efetivamente fechado. A Operação Epic Fury atingiu os seus alvos — mas não os seus objetivos. Uma análise ao que está realmente em jogo.

Megabarragem chinesa no Tibete: risco estratégico para a Índia

Barragens, dados e calendário: o Tibete dá à China uma alavanca sobre o Brahmaputra.

Pequim contra Tóquio: A economia como arma de preparação

Pequim abriu uma nova fase de pressão sobre Tóquio: a via administrativa. Através de controlos de exportação dirigidos à base industrial de defesa, a China não procura um embargo total, mas sim degradar a prontidão japonesa. Ao transformar o comércio num processo burocrático lento, a fricção torna-se uma arma para encarecer a solidariedade do Japão para com Taiwan.

Suwałki: o corredor que a NATO pode não conseguir defender

Suwalki não é apenas um ponto no mapa: é o estreito terrestre que liga os Estados Bálticos ao resto da NATO. Entre Kaliningrado e a Bielorrússia, cada quilómetro concentra riscos que moldam a dissuasão no flanco oriental.

A aliança que funciona e já não existe

Os líderes europeus aplaudiram Marco Rubio, tranquilizaram-se mutuamente e regressaram às capitais com uma certeza que nenhum formulou em público: o quadro que organizou a segurança ocidental desde 1949 deixou de ser percebido como garantido. Não foi declarado morto. Foi substituído por algo sem nome ainda.

O espião que não era: um oportunista e a NATO

Um cidadão sem treino de espionagem roubou dispositivos de serviço a um militar NATO num hotel de Lisboa e foi, fisicamente, à embaixada russa tentar vendê-los. A tentativa falhou por incompetência do autor, não por eficácia do sistema. Essa distinção é o centro de tudo — e a pergunta que o caso deixa em aberto é o que teria acontecido com alguém mais capaz.

Leitura Essencial

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