A barragem do Yarlung Tsangpo não é apenas um projeto energético: é uma infraestrutura com potencial de coerção regional. Ao controlar a montante um rio vital para a Índia e o Bangladesh, a China reforça uma assimetria estratégica que vai além da eletricidade e entra no domínio da pressão hídrica, da opacidade informativa e da vantagem geopolítica. A questão central não é só quanta energia Pequim produzirá, mas que margem de influência ganhará sobre os países a jusante.
Um operário têxtil de 27 anos morreu às mãos de uma multidão, nos arredores de Dhaka, depois de ter sido acusado de insultar o profeta Maomé durante uma discussão na fábrica. A polícia diz não conseguir confirmar o que foi dito e deteve 12 suspeitos.