Magnifica Humanitas, a encíclica de Leão XIV sobre inteligência artificial, não é uma condenação da tecnologia. É uma tentativa de recolocar a pessoa humana no centro de sistemas que já mediam trabalho, escola, verdade, guerra, liberdade e poder. Um texto de contexto para perceber por que motivo a IA entrou no coração da Doutrina Social da Igreja.
Entre o trabalho num lar, a maternidade e o silêncio das contas por pagar, Marta, 43 anos, conta-nos o que é desaparecer sem deixar de existir. Uma conversa sobre amor, resistência e invisibilidade.