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Noruega

Quem Defenderia o Atlântico sem a Marinha dos Estados Unidos?

Sem a Marinha dos Estados Unidos, a defesa do Atlântico Norte dependeria de uma força liderada pelo Reino Unido, pela Noruega e pela França. Os aliados poderiam vigiar as saídas do Ártico e proteger setores prioritários, mas teriam menos meios para sustentar várias operações ao mesmo tempo?

A Europa Pode Ter Satélites e Continuar Cega

A Europa possui satélites militares avançados, centros de análise e meios coletivos de vigilância. A vulnerabilidade surge quando dados controlados por vários Estados têm de ser combinados e enviados ao comando antes de perderem valor operacional.

O Que Resta da Segurança Europeia sem os Estados Unidos

A Europa conservaria exércitos, marinhas, aviação e duas forças nucleares sem os Estados Unidos. O problema seria substituir o comando, a inteligência, a logística e a garantia política que hoje transformam forças nacionais numa defesa coletiva.

Noruega e a guerra invisível da comunicação militar

No espaço de poucos anos, o Ártico e o Atlântico Norte passaram de periferia geopolítica a uma das zonas mais sensíveis da segurança euro-atlântica. A nomeação do brigadeiro Christian Øverli como chefe de comunicações das Forças Armadas norueguesas revela uma transformação silenciosa: a guerra contemporânea já não se trava apenas com navios, aviões ou brigadas. Trava-se também no domínio da perceção pública, da narrativa estratégica e da gestão da informação num espaço cada vez mais militarizado.

Os ficheiros Jeffrey Epstein e a queda em cadeia global

A divulgação de um vasto pacote de documentos ligados a Jeffrey Epstein está a produzir efeitos políticos muito para lá dos Estados Unidos. Em poucos dias, figuras na Europa e noutros países enfrentaram demissões, investigações e danos reputacionais por ligações, contactos ou negócios com Epstein, incluindo casos em França, na Noruega e Eslováquia. O fenómeno expõe como redes informais de influência se tornam vulneráveis quando o escrutínio muda de escala — e como o custo recai, muitas vezes, mais sobre a associação do que sobre a prova.

Noruega pede prova de seguro à frota-sombra russa

A Noruega vai solicitar, numa base voluntária, informação e prova de seguro de responsabilidade do armador (P&I) a navios estrangeiros que entrem na sua zona económica exclusiva. O gesto parece burocrático, mas mexe no coração da frota-sombra: coberturas opacas, cadeias de responsabilidade difusas e risco ambiental num corredor sensível do Mar de Barents. Quando a cobertura é duvidosa, o “trânsito” torna-se problema de soberania prática.

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