Sem a Marinha dos Estados Unidos, a defesa do Atlântico Norte dependeria de uma força liderada pelo Reino Unido, pela Noruega e pela França. Os aliados poderiam vigiar as saídas do Ártico e proteger setores prioritários, mas teriam menos meios para sustentar várias operações ao mesmo tempo?
A Europa conservaria exércitos, marinhas, aviação e duas forças nucleares sem os Estados Unidos. O problema seria substituir o comando, a inteligência, a logística e a garantia política que hoje transformam forças nacionais numa defesa coletiva.
Um mapa plano faz a Gronelândia parecer enorme e distante. Medida com precisão, e vista num globo, a ilha está mesmo no centro do território da NATO — e a meio da rota mais curta entre Moscovo e Washington.