O confronto no Second Thomas Shoal coloca a relação entre as Filipinas, a China e os Estados Unidos sob nova pressão. Manila procura reforçar a sua capacidade de defesa enquanto Washington amplia a cooperação militar.
Um trabalhador filipino monitoriza dez doentes em cuidados intensivos, avalia sinais vitais e decide quando alertar a equipa presencial — tudo a partir de casa, por 5 a 10 dólares à hora. A lei americana só não deixa chamar-lhe uma coisa: enfermeiro. É essa exclusão, não a tecnologia, que torna o modelo possível.