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Inteligência Artificial

VYOMA: a hackathon indiana para construir a IA fora da nuvem

A Índia lançou, em junho de 2026, um concurso nacional para construir dispositivos de inteligência artificial capazes de funcionar sem internet, em várias línguas locais. A iniciativa assenta num dispositivo já existente, o Sunno Sutra, e reúne o governo indiano, uma organização francesa e uma consultora de Mumbai.

Quem controla a computação controla a inteligência artificial

A inteligência artificial deixou de ser apenas uma indústria de software. Tornou-se uma indústria pesada — que precisa de terreno, energia, semicondutores e política de Estado. A camada decisiva deslocou-se dos modelos para a infraestrutura que os sustenta. Quem a controla, decide.

Modelos chineses de IA dominam em utilização nos EUA — mas não em receita

Os modelos chineses de IA chegaram ao mercado americano e europeu pelo preço: até vinte vezes mais baratos que os equivalentes da Anthropic ou da OpenAI. Programadores e startups adotaram-nos em larga escala. As grandes empresas evitam-nos por razões políticas. A utilização cresce; a receita direta, não.

Dossiê | Quem controla a informação?

Quem controla a informação? Este dossiê reúne seis artigos sobre jornalismo, poder, fontes, tabloides, inteligência artificial e os mecanismos que determinam o que chega ao público.

A IA escreve depressa. Mas não encontra fontes.

A inteligência artificial pode escrever, resumir e organizar a informação. Mas o jornalismo continua a depender de uma pergunta anterior: quem encontra a história?

A IA não está a parar. Está a reorganizar o poder.

O Claude Fable 5 não mostra uma indústria em pausa, mas uma tecnologia a avançar com novas camadas de autorização. A questão já não é saber se a IA vai parar. É perceber quem governa o acesso, os riscos e as versões mais poderosas da máquina.

A infraestrutura do poder

A infraestrutura do poder mostra como chips, energia, centros de dados, escrita, imagem, cinema e plataformas deixaram de ser suporte neutro para se tornarem instrumentos centrais de decisão e domínio.

Taiwan, chips e armas dos EUA

Taiwan tornou-se uma peça militar, tecnológica e económica da rivalidade entre os Estados Unidos e a China. Este dossiê organiza os artigos, documentos, atores e sinais a vigiar.

O que é Magnifica Humanitas e porque importa para a IA

Magnifica Humanitas, a encíclica de Leão XIV sobre inteligência artificial, não é uma condenação da tecnologia. É uma tentativa de recolocar a pessoa humana no centro de sistemas que já mediam trabalho, escola, verdade, guerra, liberdade e poder. Um texto de contexto para perceber por que motivo a IA entrou no coração da Doutrina Social da Igreja.

Magnifica Humanitas: Leão XIV lê a IA como poder

A encíclica Magnifica Humanitas, de Leão XIV, desloca a inteligência artificial do campo da inovação para o terreno do poder. A questão já não é apenas o que a máquina consegue fazer, mas quem controla os sistemas, quem responde pelas suas decisões e que lugar resta à dignidade humana quando trabalho, verdade, liberdade, guerra e democracia passam a ser mediados por infraestruturas privadas e opacas.

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