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Espanha

Meta de 5% da NATO divide a defesa europeia

A meta de 5% da NATO revela três respostas europeias: cortes sociais em Berlim, contabilidade em Roma e recusa em Madrid.

A meta dos 5% da NATO que a Europa não paga

A meta dos 5% da NATO mostra como a Europa promete cumprir a despesa de Defesa até 2035 por reclassificação orçamental. Da ponte de Messina aos planos não financiados de Paris e Londres, a aritmética conta uma história diferente da retórica.

Quem Defenderia o Atlântico sem a Marinha dos Estados Unidos?

Sem a Marinha dos Estados Unidos, a defesa do Atlântico Norte dependeria de uma força liderada pelo Reino Unido, pela Noruega e pela França. Os aliados poderiam vigiar as saídas do Ártico e proteger setores prioritários, mas teriam menos meios para sustentar várias operações ao mesmo tempo?

A Europa Pode Ter Satélites e Continuar Cega

A Europa possui satélites militares avançados, centros de análise e meios coletivos de vigilância. A vulnerabilidade surge quando dados controlados por vários Estados têm de ser combinados e enviados ao comando antes de perderem valor operacional.

A Europa Conseguiria Comunicar numa Guerra?

A Europa dispõe de vários sistemas nacionais de comunicações militares por satélite. A NATO e a União Europeia permitem distribuir parte dessa capacidade, mas o acesso depende dos países que controlam os satélites, dos terminais disponíveis e das prioridades definidas durante cada operação.

A Europa Precisa de Comunicar Antes de 2030

A União Europeia contratou uma constelação de 290 satélites para o IRIS². Antes da entrada em funcionamento prevista para o final da década, terá ainda de industrializar terminais, instalar o segmento terrestre e integrar a nova capacidade no GOVSATCOM.

O Que Resta da Segurança Europeia sem os Estados Unidos

A Europa conservaria exércitos, marinhas, aviação e duas forças nucleares sem os Estados Unidos. O problema seria substituir o comando, a inteligência, a logística e a garantia política que hoje transformam forças nacionais numa defesa coletiva.

Nuno Melo e a possível missão portuguesa no Estreito de Ormuz

À margem de um seminário sobre os Açores, o ministro da Defesa falou de duas frentes distintas: o projeto dos satélites Portugal-Espanha, onde o foco está confirmado, e uma possível missão no Estreito de Ormuz, condicionada a um cessar-fogo que ainda não existe.

Recensão | The Invite: comédia conjugal que recua perante o risco

Olivia Wilde fecha dois casais num apartamento e transforma uma proposta sexual numa prova ao casamento. The Invite observa bem o embaraço, mas recua diante das consequências mais incómodas.

Frota russa no Atlântico: o Sparta IV, o Ursa Major e a rota que as sanções não bloqueiam

Em fevereiro de 2026, o Sparta IV — navio da Oboronlogistika, ligada ao Ministério da Defesa russo — manobrou durante três dias ao largo de Peniche, dentro da ZEE portuguesa. Meses antes, o Ursa Major, da mesma rede, afundara ao largo de Espanha após três explosões. Em maio de 2026, um cargueiro Sparta reabasteceu a base aérea russa de Khmeimim na Síria. A frota que liga estes episódios está sob sanções americanas desde 2022 — e continua a operar.

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