Sem a Marinha dos Estados Unidos, a defesa do Atlântico Norte dependeria de uma força liderada pelo Reino Unido, pela Noruega e pela França. Os aliados poderiam vigiar as saídas do Ártico e proteger setores prioritários, mas teriam menos meios para sustentar várias operações ao mesmo tempo?
A Europa possui satélites militares avançados, centros de análise e meios coletivos de vigilância. A vulnerabilidade surge quando dados controlados por vários Estados têm de ser combinados e enviados ao comando antes de perderem valor operacional.
A Europa dispõe de vários sistemas nacionais de comunicações militares por satélite. A NATO e a União Europeia permitem distribuir parte dessa capacidade, mas o acesso depende dos países que controlam os satélites, dos terminais disponíveis e das prioridades definidas durante cada operação.
A União Europeia contratou uma constelação de 290 satélites para o IRIS². Antes da entrada em funcionamento prevista para o final da década, terá ainda de industrializar terminais, instalar o segmento terrestre e integrar a nova capacidade no GOVSATCOM.
A Europa conservaria exércitos, marinhas, aviação e duas forças nucleares sem os Estados Unidos. O problema seria substituir o comando, a inteligência, a logística e a garantia política que hoje transformam forças nacionais numa defesa coletiva.
À margem de um seminário sobre os Açores, o ministro da Defesa falou de duas frentes distintas: o projeto dos satélites Portugal-Espanha, onde o foco está confirmado, e uma possível missão no Estreito de Ormuz, condicionada a um cessar-fogo que ainda não existe.
Olivia Wilde fecha dois casais num apartamento e transforma uma proposta sexual numa prova ao casamento. The Invite observa bem o embaraço, mas recua diante das consequências mais incómodas.
Em fevereiro de 2026, o Sparta IV — navio da Oboronlogistika, ligada ao Ministério da Defesa russo — manobrou durante três dias ao largo de Peniche, dentro da ZEE portuguesa. Meses antes, o Ursa Major, da mesma rede, afundara ao largo de Espanha após três explosões. Em maio de 2026, um cargueiro Sparta reabasteceu a base aérea russa de Khmeimim na Síria. A frota que liga estes episódios está sob sanções americanas desde 2022 — e continua a operar.
Oito dias de guerra, dois mil ataques, um líder supremo assassinado e o Estreito de Ormuz efetivamente fechado. A Operação Epic Fury atingiu os seus alvos — mas não os seus objetivos. Uma análise ao que está realmente em jogo.
O Templo Maçónico foi recentemente reabilitado, após um investimento superior a três milhões de euros, e reabriu ao público. Segundo dados citados no anúncio do processo, mais de 6.000 pessoas visitaram o edifício desde a reabertura, sinalizando interesse cívico e patrimonial crescente.