Em Luoyang, a iluminação noturna do grande Buda Vairocana atrai hoje milhões de visitantes estrangeiros. A poucos metros dali, uma parede vazia na Gruta de Binyang guarda a memória de um relevo do século VI, despedaçado em 1930 e vendido a museus norte-americanos. Um projeto de digitalização tenta agora reconstituir o que a pilhagem dispersou, sem que nenhuma pedra tenha regressado.
Na China, os robôs já ligam a televisão, fábricas e salas de aula. A Europa concentra-se nos riscos. Em Portugal, construir a tecnologia ainda depende de clubes e professores.
Scott Bessent exigiu que cada sucursal do Bank Melli fosse «encerrada e apagada» do sistema do dólar. Mas evitou dizer o que fará à China, que compra a maior parte do petróleo iraniano e mantém aberta a principal fonte de receita que Washington promete cortar.
O Pentágono confirmou o corte no exercício com a Coreia do Sul citando custos e a relação de Trump com Kim Jong-un. Mas o arsenal de precisão dos EUA está mais fino do que há seis meses, e a China já aproveitou a abertura para chegar a Seul.
O confronto no Second Thomas Shoal coloca a relação entre as Filipinas, a China e os Estados Unidos sob nova pressão. Manila procura reforçar a sua capacidade de defesa enquanto Washington amplia a cooperação militar.
Zhu Rongji respondia durante minutos sobre o défice, a banca e as reformas. Desde 2024, o primeiro-ministro deixou de enfrentar a conferência anual: um sinal da concentração da voz política chinesa na liderança do Partido.
A Unitree chega à bolsa avaliada em cerca de 9 mil milhões de dólares. A DeepSeek investe na fabricante quando apenas 9% dos seus humanoides são vendidos diretamente para aplicações industriais.
Uma guerra por Taiwan atingiria a Europa antes de qualquer decisão militar. Chips, rotas marítimas, sanções e recursos de defesa colocariam fábricas e governos sob pressão.
A empresa ucraniana Fire Point já produz os seus próprios intercetores, com a ambição de servir de base a um escudo antimíssil pan-europeu. Estónia, Coreia do Sul e Alemanha seguem, em paralelo, os seus próprios caminhos — nenhum ainda comparável ao Patriot.
A saída de Vladimir Putin não eliminaria as estruturas políticas, militares e económicas criadas durante o seu regime. Um sucessor poderia procurar a Europa sem abandonar os instrumentos de pressão sobre os países vizinhos.