Taiwan importa quase toda a energia que consome e mantém reservas de gás muito inferiores às de petróleo. Num bloqueio chinês, a indústria, os alimentos, as comunicações e os cargueiros teriam prazos diferentes.
Um mapa plano faz a Gronelândia parecer enorme e distante. Medida com precisão, e vista num globo, a ilha está mesmo no centro do território da NATO — e a meio da rota mais curta entre Moscovo e Washington.
Catorze Estados do Pacífico insular gerem, em simultâneo, dois parceiros que recusam o vocabulário da rivalidade. Tratados, alianças e um teste de mísseis mostram como se desenha, na prática, a arquitetura de segurança da região.
Os EUA vão estacionar até quatro submarinos nucleares na Austrália Ocidental para conter a China. O acordo pressupõe que a Austrália receba os seus próprios submarinos a partir de 2030, mas a indústria naval americana está atrasada, e essa entrega não está garantida.
Kaplan não lê o mundo como promessa, mas como tensão. A entrevista ao Arcana News deixa cinco linhas de força: Taiwan, geografia, Sudeste Asiático, poder americano e declínio imperial.
Robert D. Kaplan diz ao Arcana News que uma guerra por Taiwan poderia desagregar o mundo como a Primeira Guerra Mundial. Em cinco respostas concisas, fala de geografia, Sudeste Asiático, estratégia dos EUA e declínio imperial.
Robert D. Kaplan tells Arcana News that a Taiwan war could unravel the world like World War I. In five concise answers, he discusses geography, Southeast Asia, US strategy and imperial decline.
O Pacífico insular concentra rotas, cabos, recursos e vastas zonas marítimas. Este dossiê organiza tratados, alianças e instrumentos de influência usados pela Austrália, China, Nova Zelândia e pelos próprios Estados insulares.
A defesa da Nova Zelândia no Pacífico deixou de ser um tema secundário. A presença chinesa, a fragilidade naval e a pressão dos aliados obrigam Wellington a recuperar uma margem estratégica.
O Brasil tem a segunda maior reserva mundial de terras raras e recusa escolher o lado entre Washington e Pequim. Mas o poder sobre este modelo não está nas reservas — está em quem a processa.