Notícias, análises e contexto sobre a NATO, incluindo políticas de defesa, operações militares, decisões estratégicas e o impacto da Aliança Atlântica na segurança internacional.
Este dossiê organiza as principais questões sobre a sucessão de Vladimir Putin, as estruturas que poderão sobreviver-lhe e a resposta europeia. Reúne análises sobre o futuro político russo, as garantias à Ucrânia, os ativos congelados e os planos económicos para o pós-guerra.
Este dossiê organiza a adaptação militar russa observada na guerra da Ucrânia e os limites da resposta europeia. Reúne drones de baixo custo, guerra eletrónica, produção, satélites militares e o percurso entre recolha de dados e decisão.
A defesa da Arábia Saudita passou a incluir o Paquistão e a Turquia. O Acordo de Meca reduz a dependência política de Washington sem substituir os EUA.
A Europe Posture Review pode reduzir a presença militar dos EUA na Europa de 80 mil para 40 mil, mas a decisão depende do Congresso e de uma resposta europeia ainda por dar.
Três peças do Arcana News documentam a mesma distância em 2026: entre a doutrina escrita e a força, o orçamento e a aliança que a deviam cumprir. Este dossiê organiza-as, com cronologia, fontes e quem é quem, e ficará em aberto até que o eixo português do mesmo padrão seja escrito.
Oito anos de ameaças de rutura resultaram num efetivo americano na Europa praticamente igual ao do ponto de partida. Não é falta de vontade presidencial: é um desalinhamento estrutural entre a retórica, a ação e o travão legislativo que a Europa já aprendeu a esperar.
A meta dos 5% da NATO mostra como a Europa promete cumprir a despesa de Defesa até 2035 por reclassificação orçamental. Da ponte de Messina aos planos não financiados de Paris e Londres, a aritmética conta uma história diferente da retórica.
A Europa aumentou a despesa militar para níveis históricos, mas continua dependente dos Estados Unidos em capacidades decisivas. A mobilidade, o comando, a vigilância e o reabastecimento ainda limitam a autonomia militar europeia.
Sem a Marinha dos Estados Unidos, a defesa do Atlântico Norte dependeria de uma força liderada pelo Reino Unido, pela Noruega e pela França. Os aliados poderiam vigiar as saídas do Ártico e proteger setores prioritários, mas teriam menos meios para sustentar várias operações ao mesmo tempo?