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Rússia

Síria: a bomba que foi destruída e não foi

Em 2013, a Síria declarou à OIAC ter destruído a totalidade dos seus stocks de armas químicas. Em março de 2017, a bomba M4000 foi utilizada em ataques com sarin em Latamné. A confirmação institucional chegou em abril de 2020. O que o intervalo revela não é uma falha de procedimento. É o limite estrutural de qualquer regime de verificação que depende da cooperação do Estado que está a ser verificado.

Como é que a Rússia constrói drones autónomos baratos?

A autonomia de combate russa não nasceu apenas em laboratórios militares. Cresce com drones baratos, engenheiros civis e escolas privadas de treino. A guerra tornou a improvisação num método de escala.

O Pentágono prepara a invasão e Islamabade tenta evitá-la

A questão não é se os EUA conseguem invadir. É o que acontece depois.

A Guerra que o Irão Não Pode Ganhar — Análise Estratégica | Arcana News

Oito dias de guerra, dois mil ataques, um líder supremo assassinado e o Estreito de Ormuz efetivamente fechado. A Operação Epic Fury atingiu os seus alvos — mas não os seus objetivos. Uma análise ao que está realmente em jogo.

Noruega e a guerra invisível da comunicação militar

No espaço de poucos anos, o Ártico e o Atlântico Norte passaram de periferia geopolítica a uma das zonas mais sensíveis da segurança euro-atlântica. A nomeação do brigadeiro Christian Øverli como chefe de comunicações das Forças Armadas norueguesas revela uma transformação silenciosa: a guerra contemporânea já não se trava apenas com navios, aviões ou brigadas. Trava-se também no domínio da perceção pública, da narrativa estratégica e da gestão da informação num espaço cada vez mais militarizado.

A Amizade que a Rússia Nunca Perdeu

A Rússia danificou o oleoduto que abastece a Hungria e a Eslováquia. Budapeste e Bratislava responderam bloqueando sanções à Rússia e vetando o empréstimo europeu à Ucrânia. A sequência não é um paradoxo — é o mecanismo a funcionar exatamente como foi desenhado há 60 anos.

Suwałki: o corredor que a NATO pode não conseguir defender

Suwalki não é apenas um ponto no mapa: é o estreito terrestre que liga os Estados Bálticos ao resto da NATO. Entre Kaliningrado e a Bielorrússia, cada quilómetro concentra riscos que moldam a dissuasão no flanco oriental.

O mercado de corpos: como a Rússia terceiriza as suas baixas

A Rússia não tem soldados suficientes para combater na Ucrânia sem ajuda externa. A ajuda que procura não é a de aliados: é a de cidadãos africanos recrutados por engano, transportados com vistos falsos e enviados para a linha de frente sem possibilidade de saída. O modelo é antigo. A escala é nova.

Personalismo e Instabilidade nas Grandes Potências

Em Janeiro de 2026, Trump descreveu o limite do seu poder como sendo a sua “moral” e a sua “mente”. A frase é um indicador: quando a política externa se afasta de processos e instituições e se aproxima da psicologia do topo, cresce a imprevisibilidade e o erro de cálculo. Esta análise examina o personalismo nas três potências centrais — EUA, China e Rússia — e os seus efeitos em alianças, negociações e risco sistémico.

Quando a diplomacia fala alto, a política endurece

A diplomacia passou do bastidor para o ecrã: confronto público e ganhos internos. China, Rússia e Turquia ilustram a nova gramática do poder.

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