Este dossiê organiza as principais questões sobre a sucessão de Vladimir Putin, as estruturas que poderão sobreviver-lhe e a resposta europeia. Reúne análises sobre o futuro político russo, as garantias à Ucrânia, os ativos congelados e os planos económicos para o pós-guerra.
Este dossiê organiza a adaptação militar russa observada na guerra da Ucrânia e os limites da resposta europeia. Reúne drones de baixo custo, guerra eletrónica, produção, satélites militares e o percurso entre recolha de dados e decisão.
A defesa da Arábia Saudita passou a incluir o Paquistão e a Turquia. O Acordo de Meca reduz a dependência política de Washington sem substituir os EUA.
O avanço houthi no Mar Vermelho já está a mexer no preço do petróleo. Enquanto Riade perde terreno no Iémen, é a China quem gere a escassez a seu favor, com as suas reservas estratégicas, e o custo começa já a chegar à Europa.
A sinalização nuclear russa combina ameaças, exercícios e opacidade para condicionar decisões ocidentais sem recorrer à arma nuclear. Este dossiê reúne duas peças, a cronologia, os documentos e os sinais a vigiar.
O arsenal nuclear russo deixou de estar sujeito a inspeções em 2026. O Cazaquistão, que herdou o quarto maior arsenal do mundo, escolheu o caminho inverso.
A Rússia fala mais alto do seu arsenal nuclear quando aumenta a pressão militar ou política. Dois anos de ameaças, testes e exercícios revelam um padrão no comportamento do Kremlin.
Em março de 2026 houve 48 vereditos por crimes de segurança do Estado na Rússia, segundo a organização de advogados no exílio Pervy Otdel. São 143 só no primeiro trimestre, num país onde o Rosstat já deixou de publicar população, salários e despesa das famílias.
A 12 de setembro de 1990, em Moscovo, os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Soviética, dos Estados Unidos, do Reino Unido, da França e das duas Alemanhas assinaram o Tratado Dois Mais Quatro. Mas os livros tinham ficado fora dessa resolução.
O vocabulário britânico não coincide inteiramente com o usado por Paris. Na declaração assinada a 14 de julho, a França autorizou a produção licenciada de mísseis SCALP na Ucrânia antes do final de 2026. Londres refere-se agora a montagem. Uma fábrica pode montar o míssil sem produzir os seus componentes principais.