Há dez anos, Joe Biden prometeu ao filho moribundo que não desistiria — e chamou a esse livro "Promise Me, Dad". Agora, aos 83 anos, promete o mesmo à América inteira. Um ensaio sobre memória, promessa e mortalidade.
Lindsey Graham morreu aos 71 anos, horas depois de regressar da Ucrânia. Em 2015, chamou a Trump demagogo e fanático. Em 2026, brincou que ele não estava longe de Deus. Entre os dois extremos, disse a um jornalista, em 2019, uma explicação que se pode ler de duas maneiras diferentes — e que Graham nunca chegou a esclarecer melhor antes de morrer.
Kaplan não lê o mundo como promessa, mas como tensão. A entrevista ao Arcana News deixa cinco linhas de força: Taiwan, geografia, Sudeste Asiático, poder americano e declínio imperial.
Robert D. Kaplan diz ao Arcana News que uma guerra por Taiwan poderia desagregar o mundo como a Primeira Guerra Mundial. Em cinco respostas concisas, fala de geografia, Sudeste Asiático, estratégia dos EUA e declínio imperial.
O caso Tadić validou a criação do Tribunal Penal Internacional para a antiga Jugoslávia e definiu os princípios que moldaram a justiça penal internacional: da aplicação do direito humanitário aos conflitos internos à responsabilidade por crimes cometidos no âmbito de um plano comum.
Na segunda passagem pelo podcast de Joe Rogan, JD Vance pareceu cauteloso sobre a guerra do Irão, honesto sobre os ficheiros Epstein e preocupado com a desigualdade económica. Não se afastou de Trump em nenhum ponto que importasse.
A crise cubana combina colapso energético, emigração, controlo institucional e pressão norte-americana sem um modelo credível de transição. Este dossiê organiza as peças, os atores, os documentos e os sinais a acompanhar.
Um trabalhador filipino monitoriza dez doentes em cuidados intensivos, avalia sinais vitais e decide quando alertar a equipa presencial — tudo a partir de casa, por 5 a 10 dólares à hora. A lei americana só não deixa chamar-lhe uma coisa: enfermeiro. É essa exclusão, não a tecnologia, que torna o modelo possível.
A defesa da Nova Zelândia no Pacífico deixou de ser um tema secundário. A presença chinesa, a fragilidade naval e a pressão dos aliados obrigam Wellington a recuperar uma margem estratégica.
O Brasil tem a segunda maior reserva mundial de terras raras e recusa escolher o lado entre Washington e Pequim. Mas o poder sobre este modelo não está nas reservas — está em quem a processa.