Artigos e análises sobre a Ucrânia, com foco na guerra, na política interna, na situação humanitária e no impacto geopolítico do conflito no contexto europeu e global.
Pelo menos 20 instalações da Wildberries foram atacadas desde 18 de julho, e mais de um quinto da sua capacidade logística foi danificado ou destruído. Os efeitos já chegaram a vendedores, pontos de recolha, bancos e ao Governo russo.
Uma guerra por Taiwan atingiria a Europa antes de qualquer decisão militar. Chips, rotas marítimas, sanções e recursos de defesa colocariam fábricas e governos sob pressão.
A empresa ucraniana Fire Point já produz os seus próprios intercetores, com a ambição de servir de base a um escudo antimíssil pan-europeu. Estónia, Coreia do Sul e Alemanha seguem, em paralelo, os seus próprios caminhos — nenhum ainda comparável ao Patriot.
A sucessão de Vladimir Putin não eliminará os objetivos estratégicos russos. A Europa precisa de uma política duradoura para a Rússia, a Ucrânia e a sua própria segurança.
Uma instalação de drones no sudoeste de Kiev, atribuída pelo Guardian à Terminal Autonomy, foi atingida por forças russas. O caso expõe o risco de se concentrar numa única fábrica a produção militar feita dentro da Ucrânia.
A Dra. Susan Stewart considera que a Rússia continuará a ser o maior desafio à segurança da Europa. A entrevista aborda a Ucrânia, a sociedade civil e os objetivos estratégicos russos.
A saída de Vladimir Putin não eliminaria as estruturas políticas, militares e económicas criadas durante o seu regime. Um sucessor poderia procurar a Europa sem abandonar os instrumentos de pressão sobre os países vizinhos.
A Europa conservaria exércitos, marinhas, aviação e duas forças nucleares sem os Estados Unidos. O problema seria substituir o comando, a inteligência, a logística e a garantia política que hoje transformam forças nacionais numa defesa coletiva.
Mykhailo Fedorov tentou transferir recursos da artilharia para os drones. O comandante Oleksandr Syrskyi recusou o risco, e Zelensky afastou o ministro. A disputa deixou por definir quem controla as compras militares ucranianas.
Lindsey Graham morreu aos 71 anos, horas depois de regressar da Ucrânia. Em 2015, chamou a Trump demagogo e fanático. Em 2026, brincou que ele não estava longe de Deus. Entre os dois extremos, disse a um jornalista, em 2019, uma explicação que se pode ler de duas maneiras diferentes — e que Graham nunca chegou a esclarecer melhor antes de morrer.